Não tentem me ler.
Sou um livro cujas palavras a semântica confundem o leitor;
Digo o que não sou; desfaço.
Despedaço e refaço.
- nem eu mesmo sei quem sou -
Sou algo intraduzível; minha alma é inquieta, não tem porto.
Meu espírito sobrevoa todos os Oceanos e de vez em quando, parte dele se torna. Mas logo retorna ao ar(sua casa e vida...).
Renasço das cinzas, sobrevivo a fornalha mais quente, repouso no deserto mais hostil que em mim há.
Não me indique caminhos. Eu não os sigo. Nao me fales o que devo sentir - eu apenas sinto. E sinto diferente de qualquer outro ser humano em forma de implosão.
O que dentro de mim sai sao palavras, letras que se misturam a lagrimas, dor, e recomeço... - sim, eu sempre recomeço, eu sempre sobrevivo, eu sempre regenero -
Não tente traduzir...
Não busque na psicologia o que apenas a poesia pode, a seu modo explicar - e nem explica...
cmaia1200
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