Algo há que se passa em mim
voz suave, Serena, Coesa;
Não Enxergo mais sentido na vida.
Não compreendo a Insistência em si viver, uma vez que a vida é enfadonha, chata, desnecessária.
Há como matar o que já nasceu morto?
Há como resgatar o que já está perdido?
Mesmo nesse Universo de ódio e Raiva?
Qual a solução para a vida, quando a vida é, em si, uma bosta?
Basta
Não Sou um Fênix; Não renasço de Cinzas!
Também não sou águia;
Sou abutre. O que digere a carne Podre, a pior parte, a que toda divindade despreza.
Sou dois seres disputando o mesmo corpo inútil, o mesmo caractere inverso, sem sentido, jogado no mundo desiludido, desmembrado, frustrado...
voz suave, Serena, Coesa;
Não Enxergo mais sentido na vida.
Não compreendo a Insistência em si viver, uma vez que a vida é enfadonha, chata, desnecessária.
Há como matar o que já nasceu morto?
Há como resgatar o que já está perdido?
Mesmo nesse Universo de ódio e Raiva?
Qual a solução para a vida, quando a vida é, em si, uma bosta?
Basta
Não Sou um Fênix; Não renasço de Cinzas!
Também não sou águia;
Sou abutre. O que digere a carne Podre, a pior parte, a que toda divindade despreza.
Sou dois seres disputando o mesmo corpo inútil, o mesmo caractere inverso, sem sentido, jogado no mundo desiludido, desmembrado, frustrado...
Comentários